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| (Foto: Maique Borges) — Foto: Cooperadores do Evangelho |
Texto Áureo
"E crescia Jesus em
sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens." (Lc 2.52)
Verdade Prática
Verdadeiro Homem e Verdadeiro
Deus, o Senhor Jesus Cristo é igual ao Pai e semelhante a nós: sua divindade e
humanidade não são aparentes; são reais, perfeitas e plenas.
Leitura diária
Segunda - Mt 1.18: O nascimento
de Jesus
Terça - Lc 2.52: A infância de
Jesus
Quarta - Lc 2.42-49: O Filho na
Casa do Pai
Quinta - Lc 3.22,23: O batismo e
a unção de Jesus
Sexta - Lc 4.16-30: Na Palavra,
Jesus inicia o seu ministério
Sábado - Ap 22.13: Jesus, o
princípio e o fim de todas as coisas
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 2.40-52
40- E o menino crescia e se
fortalecia em espirito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
41- Ora, todos os anos, iam seus
pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa.
42- E, tendo ele já doze anos,
subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.
43- E, regressando eles,
terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam
seus pais.
44- Pensando, porém, eles que
viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia e procuravam-no
entre os parentes e conhecidos.
45 - E, como o não encontrassem,
voltaram a Jerusalém em busca dele.
46- E aconteceu que, passados
três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e
interrogando-os.
47- E todos os que o ouviam
admiravam a sua inteligência e respostas.
48- E, quando o viram,
maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para
conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos.
49-E ele lhes disse: Por que é
que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
50- E eles não compreenderam as
palavras que lhes dizia.
51- E desceu com eles, e foi para
Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no coração todas essas coisas.
52- E crescia Jesus em sabedoria,
e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
HINOS SUGERIDOS: 400, 491, 500 da Harpa Cristã
OBJETIVO GERAL
Clarificar que o Senhor Jesus
Cristo é igual ao Pai e semelhante a nós, ou seja, divino e humano.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos
referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o
objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
I - Expor a divindade de Jesus;
II - Explicar a humanidade de
Jesus;
III - Assinalar a perfeição de
Jesus.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
A Declaração de Fé das
Assembleias de Deus no Brasil, quanto à humanidade e divindade de Jesus Cristo,
expressa claramente: "A Bíblia ensina tanto a divindade como a humanidade
de Cristo. 'E todo o espirito que confessa que Jesus não veio em carne não é de
Deus' (1 Jo 4.3). A humanidade de Cristo está unida à sua divindade, pois Ele
possui duas naturezas, e essa união mantém intactas as propriedades de cada
natureza, o que está claramente expresso no seu nome EMANUEL" (p.51).
Embora seja uma doutrina clássica do Cristianismo, ainda é possível encontrar
quem negue a humanidade de Jesus ou sua divindade. Essas pessoas comentem o
erro básico de selecionar ou isolar um aspecto somente da natureza de Jesus.
Nesse sentido, a nossa declaração não deixa dúvidas quando as duas naturezas, a
humana e a divina, de Cristo, o nosso Senhor.
PONTO CENTRAL
O Senhor Jesus Cristo
é Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
Se na lição passada, estudamos
sobre o homem do pecado, enfocaremos hoje a encarnação do Filho de Deus como o
Filho do Homem. Apresentaremos o Senhor Jesus Cristo como o ser humano
perfeito. Nele, que devemos pensar, falar e agir.
Já de início, deixamos bem claro
que a humanidade de Jesus não era aparente, mas real. Em tudo era semelhante a
nós, exceto quanto ao pecado. Frisamos, outrossim, que as duas naturezas de
Cristo- a divina e a humana - não são conflitantes, mas perfeitíssimas e
harmônicas; uma jamais eliminou a outra. É por esse motivo, que somente Ele
pode salvar o pobre e miserável pecador.
Que o Espírito Santo nos ajude a
compreender esta maravilhosa e imprescindível doutrina da Bíblia Sagrada.
I - JESUS, VERDADEIRO DEUS
1. Sua eternidade com o Pai.
2. Seus atributos, grandezas e perfeições.
3. Esvaziou-se de sua glória, mas não de sua divindade.
SÍNTESE DO TÓPICO I
As Escrituras revelam que o
Senhor Jesus era e é perfeitamente humano e perfeitamente divino.
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
Este tópico trata a respeito da
divindade de Jesus. Você deve iniciá-lo com um comentário geral a respeito da
dupla natureza de Cristo Jesus. Aqui, deve ser afirmado que nosso Senhor é
"perfeitamente humano e perfeitamente divino”. Em seguida, informe ao aluno
que agora você vai expor a doutrina da divindade de Cristo. Inicie a sua
exposição a partir da explicação da eternidade de Cristo com Pai, baseada em
João 1.1. Logo depois, destaque os atributos, as grandezas e perfeições de
Jesus. Com base em Filipenses 2.5-11, mencione a kenosis de Jesus, um termo
teológico para mostrar que Ele esvaziou-se de sua glória divina, mas não deixou
de ser divino. Esse caminho fará com que seu aluno tenha uma ampla compreensão
do assunto.
II - JESUS, VERDADEIRO HOMEM
1. Jesus estava no seio do Pai.
2. Profetizado no Antigo Testamento.
3. Encarnado no Novo Testamento.
4. Jesus nasceu na plenitude dos tempos.
5. Em Israel, Jesus é apresentado ao mundo.
SÍNTESE DO TÓPICO II
Jesus estava no seio do Pai, sua
vinda ao mundo foi profetizada no Antigo Testamento e cumprida no Novo.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
"O ensino bíblico acerca da
humanidade de Jesus revela-nos que, na encarnação, Ele tornou-se plenamente
humano em todas as áreas da vida, menos na prática de um eventual pecado. Uma
das maneiras de nos convencermos da completa humanidade de Jesus é esta: os
mesmos termos que descrevem aspectos diferentes da humanidade também descrevem
o próprio Jesus. Por exemplo, o Novo Testamento frequentemente usa a palavra
grega pneuma ('espírito') para descrever o espírito do homem; e a mesma palavra
é empregada para Jesus. Ele mesmo aplicou a si o pneuma, quando, na cruz,
entregou o seu espírito ao Pai e expirou (Lc 23.46)" (HORTON, Stanley
(Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD,
p.324).
Ill - JESUS, O HOMEM PERFEITO
1. A humanidade de Jesus.
2. Jesus, o Último Adão.
3. A perfeição espiritual e moral de Jesus.
SÍNTESE DO TÓPICO III
Jesus é semelhante a nós e melhor
do que nós, pois não estava sujeito quer ao pecado original quer ao
experimental.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
"Finalmente, Jesus é a
figura chave no derramamento do Espírito Santo. Depois de levar a efeito a
redenção mediante a cruz e a ressurreição, Jesus subiu ao Céu. De lá,
juntamente com o Pai, Ele derramou e continua derramando o Espírito Santo em
cumprimento à promessa profética de Joel 2.28,29 (cf. At 2.23). Essa é uma das
maneiras mais importantes de hoje conhecermos Jesus: na sua qualidade de Doador
do Espírito. A força cumulativa do Novo Testamento é bastante relevante. A
cristologia não é apenas uma doutrina para o passado. E a obra sumo-sacerdotal
de Jesus não é único aspecto da sua realidade presente. O ministério de Jesus,
e de ninguém mais, é propagado pelo Espírito Santo no tempo presente. A chave
para o avanço do Evangelho no tempo presente é o reconhecimento de que Jesus
pode ser conhecido, à medida que o Espírito Santo capacita os crentes a
revelá-lo" (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva
Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, p.333-32).
CONCLUSÃO
Olhando firmemente para Jesus, o
autor e consumador de nossa fé, chegaremos à estatura de varão perfeito -
homens e mulheres moldados pelo Espírito de Cristo. Ele é o nosso consumado
exemplo em todas as coisas. E, por Ele, ansiamos. Quando do arrebatamento da
Igreja, estaremos para sempre com o nosso Amado Salvador - Jesus Cristo,
Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. Amém. Louvado Seja o Cordeiro.
PARA REFLETIR
A respeito de “Jesus, o Homem Perfeito",
responda:
• Discorra sobre a eternidade de Jesus Cristo.
Como Filho do Homem, Jesus foi
gerado, pelo Pai, no tempo histórico, através do Espirito Santo (Sl 2.7; Lc
2.1-12). Todavia, como Filho de Deus, Ele é eterno, sem início nem fim (Cl
1.15-17).
• Cite algumas evidências da humanidade de Cristo.
As dores e incômodos; a fome e a
sede (Mt 4.2; Jo 19.28). No jardim da agonia, Jesus experimentou profunda
tristeza (Mt 26.38). À nossa semelhança, a humanidade de Jesus era completa;
ele tinha corpo, alma e espirito (Mt 27.58; Mc 14.34; Mt 27.50).
• Por que a humanidade do Senhor Jesus não era aparente?
A humanidade de Jesus Cristo não
era aparente; era tão real quanto a nossa. Em momento algum, Ele usou a sua
divindade para suprir suas carências humanas.
• O que podemos concluir quando olhamos para o Senhor Jesus?
Quando olhamos para o Senhor
Jesus Cristo, concluímos que a humanidade não foi um fracasso, porque nele e
apenas nele, somos plenamente redimidos (Hb 12.2).
• Em quê Jesus era perfeito?
Tanto no falar quanto no agir, ou
seja, em tudo.
Lições do 1º trimestre de 2020 – Claudionor de Andrade
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O pastor Claudionor de Andrade é Consultor Teológico da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, teólogo, conferencista, Comentarista das Revistas Lições Bíblicas da CPAD e autor de diversos livros.
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