(Foto: Maique Borges) — Foto: Cooperadores do Evangelho


1 de fev. de 2023


"Quando chegaram onde estava a multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dele e disse: "Senhor, tem misericórdia do meu filho. Ele tem ataques e está sofrendo muito. Muitas vezes cai no fogo ou na água." (Mateus 17:14-15)


Todos nós temos nossas experiências de estar no topo das montanhas da vida, mas não podemos viver só disso.

Ao pé da cada montanha geralmente há um vale.

Depois que Jesus foi batizado no Rio Jordão, o Espírito Santo veio sobre Ele na forma de uma pomba, e o Deus Pai disse: "Este é o meu Filho amado, em quem me agrado" (Mateus 3:17).

E, imediatamente depois disso, a Bíblia nos conta que Ele foi para o deserto, onde foi provado pelo diabo.

Então, para Jesus, depois da pomba veio o diabo.

Depois do topo da montanha veio o vale.

Depois de tempos de grande bênção vieram tempos de ataque, de dificuldade e até de tentação.

Aguardando ao pé da montanha depois da transfiguração de Jesus estava um grande desafio.

Um pai trouxe o filho, possuído de demônio, para Jesus.

Esse homem havia tentado de tudo.

Já não sabia o que fazer.

Tinha chegado ao ponto do desespero.

Os discípulos tampouco sabiam o que fazer.

Tinham estado na montanha com Jesus, mas com esse tipo de coisa não sabiam lidar.

Então Jesus tocou esse menino e o transformou.

A Bíblia nos conta que "Jesus repreendeu o demônio; este saiu do menino e, desde aquele momento, ele ficou curado" (Mateus 17:18).

Não podemos viver no alto da montanha para sempre.

Temos de descer aos vales, e é aí que as grandes lições da vida são aprendidas.

Não é necessariamente de mais experiências no alto das montanhas que a vida cristã precisa; é de mais obediência cotidiana em que estejamos andando por fé, não por sentimentos.

Um dia Jesus virá nos buscar.

Não haverá mais tentação nem pecado esperando por nós.

Chegaremos finalmente ao topo da montanha e nunca o deixaremos.

Por: Greg Laurie
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