Alguns meses atrás, assisti uma reportagem do gênero “trágico-cômico”. Um repórter em São Paulo decidiu abrir uma igreja. Dirigiu-se à praça da Sé e, admirado com a facilidade de um homem que lá pregava, decidiu contratá-lo como “pastoral-trainner”. Pasmem! O pregador aceitou a proposta e l…
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