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| (Foto: Maique Borges) — Foto: Cooperadores do Evangelho |
TEXTO ÁUREO
“Bem-aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor.” (Sl 119.1).
VERDADE PRÁTICA
A Bíblia Sagrada é a autoridade final da nossa regra de fé e prática.
LEITURA DIÁRIA
Segunda — 2Pe 1.20,21
As Sagradas Escrituras têm origem no próprio Deus
Terça — Sl 19.1-4
A natureza manifesta a grandeza de Deus ao ser humano
Quarta — Jo 20.30,31
A Bíblia revela a pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus
Quinta — Hb 4.12
Podemos ouvir a voz de Deus por meio da leitura da Bíblia
Sexta — Mc 13.31
As gerações passam, mas a Palavra de Deus permanece inalterada
Sábado — Ap 22.18,19
As Sagradas Escrituras transmitem toda a doutrina da salvação
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Salmos 119.1-8
1 — Bem-aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor.
2 — Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração.
3 — E não praticam iniquidade, mas andam em seus caminhos.
4 — Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos.
5 — Tomara que os meus caminhos sejam dirigidos de maneira a poder eu observar os teus estatutos.
6 — Então, não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos.
7 — Louvar-te-ei com retidão de coração, quando tiver aprendido os teus justos juízos.
8 — Observarei os teus estatutos; não me desampares totalmente.
HINOS SUGERIDOS
258, 499 e 559 da Harpa Cristã.
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Ler e compreender a Bíblia é um desafio. Neste trimestre, vamos enfrentá-lo. O pastor Douglas Baptista, líder da Assembleia de Deus Missão e presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB, é o comentarista deste trimestre. Ele nos ajudará a reconhecer a Supremacia da Bíblia na fé cristã, sua autoridade, inspiração e inerrância, e aplicá-la à vida cristã.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) relacionar a origem da Bíblia com a Revelação Divina; II) pontuar as evidências da autenticidade da Bíblia; III) apresentar a mensagem da Bíblia.
B) Motivação: Por que o nosso casamento, a nossa família, a nossa profissão e suas demandas éticas devem estar de acordo com a Bíblia? Por que a Bíblia é autoridade final para nós?
C) Sugestão de Método: Apresente uma história em que os prejuízos espirituais e morais, como consequências de a Bíblia não ter autoridade final na vida, estejam em destaque.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Você conhece a realidade de sua classe. Por isso, aplique a lição segundo essa realidade. Sugerimos que você desafie aos alunos a iniciar a leitura da Bíblia. Promova esse desafio em classe.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios às Lições Bíblicas. Na edição 88, p.36, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará um auxílio que dará suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Categorias da Revelação Divina” aprofunda o primeiro tópico a respeito do tema da Revelação Especial; 2) O texto “O Professor que veio de Deus” traz uma reflexão que servirá como base de aplicação do terceiro tópico “A Mensagem da Bíblia”. Leia os auxílios com atenção e busque integrá-los à prática docente.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A autoridade da Bíblia fundamenta-se em seu autor: Deus. Portanto, a Bíblia é a Palavra de Deus escrita. Assim sendo, a autoridade dela depende total e exclusivamente do Altíssimo e não dos homens. Desse modo, além da Bíblia, a Igreja não possui outra fonte infalível de autoridade. Nesta lição, veremos a origem da Bíblia, sua autenticidade e mensagem revelada na Palavra de Deus.
Palavra-Chave:
AUTORIDADE
I. A ORIGEM DA BÍBLIA E A REVELAÇÃO DIVINA
1. A origem da Bíblia.
2. Revelação Geral. Chama-se revelação geral aquela em que Deus se fez conhecer em toda a parte por meio da História, do Universo e da Natureza Humana.
a) Na História.
b) No Universo.
c) No Ser Humano criado à imagem e semelhança divina (Gn 1.26,27).
3. Revelação Especial.
SINOPSE I
A Bíblia tem origem em Deus. Este se revela na história, no universo e na humanidade; e, de modo especial, por meio de Cristo e das Escrituras.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“Categorias da Revelação Divina Revelação Especial
[…] A Bíblia, ao manter de forma perene a revelação especial de Deus, é tanto o registro de Deus e dos seus caminhos, quanto a intérprete dela própria. A revelação escrita é confinada aos 66 livros do Antigo e do Novo Testamento. A totalidade de sua revelação que Ele quis preservar para o benefício de toda a humanidade acha-se armazenada, em sua totalidade, na Bíblia. Examinar as Escrituras é conhecer a Deus da maneira que Ele quer ser conhecido (Jo 5.39; At 17.11). A revelação divina não é um vislumbre fugaz, mas um desvendamento permanente. Ele nos convida a voltarmos repetidas vezes às Escrituras para, aí, aprendermos a respeito dEle.
[…] A totalidade das Escrituras é a Palavra de Deus em virtude da inspiração divina dos seus autores humanos. A Palavra de Deus, na forma da Bíblia, é um registro inspirado de eventos e verdades da autorrevelação de Deus”
(HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.84,85).
[…] A Bíblia, ao manter de forma perene a revelação especial de Deus, é tanto o registro de Deus e dos seus caminhos, quanto a intérprete dela própria. A revelação escrita é confinada aos 66 livros do Antigo e do Novo Testamento. A totalidade de sua revelação que Ele quis preservar para o benefício de toda a humanidade acha-se armazenada, em sua totalidade, na Bíblia. Examinar as Escrituras é conhecer a Deus da maneira que Ele quer ser conhecido (Jo 5.39; At 17.11). A revelação divina não é um vislumbre fugaz, mas um desvendamento permanente. Ele nos convida a voltarmos repetidas vezes às Escrituras para, aí, aprendermos a respeito dEle.
[…] A totalidade das Escrituras é a Palavra de Deus em virtude da inspiração divina dos seus autores humanos. A Palavra de Deus, na forma da Bíblia, é um registro inspirado de eventos e verdades da autorrevelação de Deus”
(HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.84,85).
AMPLIANDO O CONHECIMENTO
A Bíblia, os homens e o Espírito Santo
“As Escrituras Sagradas são de origem divina; seus autores humanos falaram e escreveram por inspiração verbal e plenária do Espírito Santo […]. Deus soprou nos escritores sagrados, os quais viveram numa região e época da história e cuja cultura influenciou na composição do texto.” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Declaração de Fé das Assembleias de Deus, CPAD, pp.25,26.
“As Escrituras Sagradas são de origem divina; seus autores humanos falaram e escreveram por inspiração verbal e plenária do Espírito Santo […]. Deus soprou nos escritores sagrados, os quais viveram numa região e época da história e cuja cultura influenciou na composição do texto.” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Declaração de Fé das Assembleias de Deus, CPAD, pp.25,26.
II. EVIDÊNCIAS DA AUTENTICIDADE DA BÍBLIA
1. Evidências Internas. Dentre as evidências internas, destacam-se:
a) Unidade e consistência:
b) Ação do Espírito Santo:
c) Profecias de Eventos Futuros:
2. Evidências externas.
SINOPSE II
A Bíblia Sagrada autentica a si mesma, tendo sua veracidade confirmada por fontes e registros históricos.
III. A MENSAGEM DA BÍBLIA
1. A Supremacia da Bíblia.
2. O poder da Palavra de Deus.
3. O propósito da Bíblia.
SINOPSE III
A Palavra de Deus é poderosa, autoridade infalível em matéria de fé e prática, cujo alvo principal é levar-nos à redenção em Jesus Cristo.
SUBSÍDIO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ
“O Professor que veio de Deus
Em uma convenção da Evangelical Press Association (Associação das Editoras Evangélicas), A. W. Tozer, preocupado com o povo evangélico, recomendou quatro linhas de ação:
1 — Os evangélicos precisam apresentar um cristianismo característico do século XX que seja manifestamente superior a qualquer outro estilo de vida.
Somente a fé ancestral será capaz disso. Somente uma aplicação realista da fé aos dias de hoje pode torná-la eficaz.
2 — Os evangélicos deviam fazer um chamado à ‘procriação espiritual’ e ir além das fileiras denominacionais e teológicas tradicionais, a fim de alcançar novas e vivificantes linhas de ação e pensamento. Tal veio de poder está disponível através da comunhão com todos aqueles que creem na divindade de Cristo e na infalibilidade e autoridade das Escrituras Sagradas.
3 — Os evangélicos deviam parar de seguir tendências e começar a lançá-las. O mundo buscará nossa liderança quando avançarmos pelos campos da ação cristã com uma agenda nova e revigorada. Atrairemos os formadores de opinião a novos e elevados patamares de visão e realização e, juntamente com eles, a massa.
4 — Os evangélicos carecem de uma nova ênfase na ‘interioridade’ da fé cristã. Devem dar menos atenção às superficialidades e aos aspectos exteriores do cristianismo, dedicando a uma vida mais profunda com Cristo em Deus” (LEBAR, Lois E. Educação que é Cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.55).
(HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.84,85).
Em uma convenção da Evangelical Press Association (Associação das Editoras Evangélicas), A. W. Tozer, preocupado com o povo evangélico, recomendou quatro linhas de ação:
1 — Os evangélicos precisam apresentar um cristianismo característico do século XX que seja manifestamente superior a qualquer outro estilo de vida.
Somente a fé ancestral será capaz disso. Somente uma aplicação realista da fé aos dias de hoje pode torná-la eficaz.
2 — Os evangélicos deviam fazer um chamado à ‘procriação espiritual’ e ir além das fileiras denominacionais e teológicas tradicionais, a fim de alcançar novas e vivificantes linhas de ação e pensamento. Tal veio de poder está disponível através da comunhão com todos aqueles que creem na divindade de Cristo e na infalibilidade e autoridade das Escrituras Sagradas.
3 — Os evangélicos deviam parar de seguir tendências e começar a lançá-las. O mundo buscará nossa liderança quando avançarmos pelos campos da ação cristã com uma agenda nova e revigorada. Atrairemos os formadores de opinião a novos e elevados patamares de visão e realização e, juntamente com eles, a massa.
4 — Os evangélicos carecem de uma nova ênfase na ‘interioridade’ da fé cristã. Devem dar menos atenção às superficialidades e aos aspectos exteriores do cristianismo, dedicando a uma vida mais profunda com Cristo em Deus” (LEBAR, Lois E. Educação que é Cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.55).
(HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.84,85).
CONCLUSÃO
As Escrituras são de origem divina. Deus se deu a conhecer por meio da história, do universo, da humanidade, de Cristo e das Escrituras. A autenticidade da Bíblia é confirmada por evidências internas e externas. A Palavra de Deus é a nossa autoridade final de fé e prática. O teólogo Antônio Gilberto escreveu que “o autor da Bíblia é Deus, seu real intérprete é o Espírito Santo, e seu tema central é o Senhor Jesus Cristo”.
VOCABULÁRIO
Penha: grande massa de rocha saliente e isolada.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que Pedro enfatiza a respeito dos escritos sagrados?
Pedro enfatiza que os escritos sagrados não têm sua origem nos homens, mas no próprio Deus (2Pe 1.20,21).
2. O que é Revelação Geral?
Chama-se revelação geral aquela em que Deus se fez conhecer em toda a parte por meio da História, do Universo e da Natureza Humana.
3. Caracterize a Revelação Especial.
Reconhecemos a revelação especial tanto no Verbo vivo, Jesus Cristo, quanto nas Escrituras Sagradas (Jo 1.1; 5.39). É por meio da revelação contida nas Escrituras que conhecemos a Pessoa de Cristo.
4. Cite as três evidências internas que autenticam as Escrituras.
Unidade e consistências das Escrituras; Ação do Espírito Santo nas Escrituras; Profecias de eventos futuros nas Escrituras.
5. Como podemos ratificar que a Bíblia é a autoridade final?
Todas as doutrinas necessárias para a salvação já nos foram transmitidas pelas Escrituras e que nenhuma tradição humana pode acrescer ou retirar coisa alguma (Ap 22.18,19). Assim, ratifica-se que a Bíblia é a fonte final de autoridade.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
A AUTORIDADE DA BÍBLIA
É uma alegria falar-lhe, neste espaço, a respeito de uma grande novidade. A revista Lições Bíblicas Adultos, bem como todo o Currículo de Escola Dominical da CPAD, traz um novo e exclusivo projeto editorial, o Novo Currículo da Escola Dominical.
Passamos a pontuar as mais importantes mudanças:
1) nova abordagem pedagógica; 2) novos assuntos; 3) novos comentaristas; 4) novo projeto gráfico; 5) novos formatos de revista. Todo esse novo projeto tem como fundamento a preservação do nosso compromisso bíblico-doutrinário conforme a Declaração de Fé das Assembleias de Deus no Brasil transcreve em seu documento. Portanto, querido(a) professor(a), você tem em suas mãos um material exclusivo e inédito.
Para inaugurar esse novo projeto editorial, mais especificamente a nova revista Lições Bíblicas Adultos, estudaremos o seguinte tema: “A Supremacia das Escrituras: a Inspirada, Inerrante e Infalível Palavra de Deus”. Para desenvolver esse assunto, contaremos com a contribuição do pastor Douglas Baptista, líder da Assembleia de Deus Missão em Brasília (DF) e presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB. Ele nos ajudará a compreender melhor os aspectos doutrinários da Supremacia das Escrituras, destacando sua inspiração, inerrância e infalibilidade, bem como a aplicação dos ensinos da Bíblia à vida diária do cristão pentecostal.
A lição 1 abordará o assunto “A Autoridade da Bíblia”. Nela, estudaremos a origem da Bíblia e a revelação divina; evidências da autenticidade da Bíblia; e a mensagem da Bíblia. Esses pontos estão desenvolvidos em três tópicos de nossa primeira lição. Aqui, os nossos objetivos são: 1) relacionar a origem da Bíblia com a revelação divina; 2) pontuar as evidências da Bíblia; 3) apresentar a mensagem da Bíblia.
Para auxiliá-lo na preparação desta aula, chamaremos a sua atenção para uma novidade em sua revista de professor. Pensada pedagogicamente, você notará a nova seção Plano de Aula. Nesta seção, você norteará a sua aula, tendo autonomia para adaptá-la conforme a sua realidade. Esse plano está dividido em quatro grandes áreas: 1) Introdução; 2) Apresentação da Lição; 3) Conclusão da Lição; 4) Auxílios Especiais. Nele, você terá uma contribuição pedagógica para que, de maneira criativa, ganhe em eficiência e método no processo de ensino-aprendizagem. Para mais informações sobre o Novo Currículo de Escola Dominical, adquira a cartilha sobre ela nos principais canais da CPAD.
Douglas Baptista, líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia; presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo-vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.
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